quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

A gente pode ter qualquer coisa na vida, desde que sacrifique todo o resto por aquilo. Geralmente ir atras do prazer é abrir mão do que sabemos que é certo. E deixar alguém entrar na nossa vida significa abandonar os muros que passamos a vida inteira construindo. Quando não temos tempo para bolar uma estrategia, escolher um lado ou aliviar as prováveis perdas, quando isso acontece, quando a luta nos escolhe e não ao contrário, é ai que o sacrifício é maior do que podemos suportar. GREY'S ANATOMY

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Pequena demais na imensidão desse planeta... (8)

Às vezes nos desafiamos a obstáculos maiores do que nós mesmos. É que não queremos deixar de tentar realizar um sonho- por mais difícil que ele pareça-, e o mundo tenta ao máximo complicar esse trajeto, fazer você desistir e mostrar-lhe que uma planta que nunca deu fruto, assim sempre será. Mas daí vem Alguém mais forte, que está contigo até mesmo quando você não está e coloca novamente adubo, te fazendo tentar mais uma vez. Aquele que é humilde e aceita suas limitações, se dá mais uma chance e faz com que a barreira se torne uma arma pra lutar, e começa a dar fruto. Hoje os dias me aparecem somente escuros, como se as luzes estivessem se apagado e liga-las não estivesse ao meu alcance, pelo menos não agora. Mas faz parte de toda queda uma dor, o que não deve ocorrer é a permanência no chão. Vou ouvir músicas tristes, beber até esquecer quem eu sou, falar com o minimo de pessoas possível e me incomodar com tudo, mas quando me levantar, começarei tudo de novo e agora como uma arvore.

domingo, 20 de outubro de 2013

Mon grand amour...

Você sabe que uma coisa é realmente muito importante pra você, quando você abre mão de tudo, até mesmo da sua vida, pra realiza-la.

sábado, 21 de setembro de 2013




No olhar eu carregava um pouco de morte
E a minha festa tava tão vazia de sorriso (8)

Escrita Pelo Dedo de Deus- Thalles Roberto

quarta-feira, 7 de agosto de 2013



Mesmo não sabendo que era amor, sentiam que era bom.

Jorge Amado- Capitães da areia

Em uma bela manhã, Maria sai para passear com sua amiga Pietra e encontram Pedro, o menino mais bonito da escola. Pietra suspira numa forma de expressar o quão bonito ele é, e Maria sabendo que não tem nenhuma chance com o rapaz, diz:
- Ele não é tudo isso- murmurou- Qualquer uma tem chance.
Continuavam o passeio, quando Pedro olhou para Maria e piscou. A menina babando, quase se arrastou aos pés do rapaz.













Moral: Quem desdenha, quer comprar.

sábado, 3 de agosto de 2013

Por um país de todos


Para começar uma luta tem que ser dado o primeiro passo. E assim se deu o inicio de uma luta por direitos, pessoas foram às ruas manifestar suas frustrações contra a má administração do dinheiro público. Tudo começou com a insatisfação do valor do transporte público, que tem condições precárias e a partir daí a população brasileira abriu os olhos e viu que haviam muitos problemas a serem resolvidos: educação, saúde, segurança, inclusão e etc.
A população brasileira dá um pequeno passo a frente, mostrando que o país de todos, é aquele no qual as pessoas têm vozes para impor suas reivindicações e manifestarem-se por seus direitos. O transporte é um bom exemplo de problema público, pois é utilizado por uma grande massa da população e tem condições precárias de extrema lotação e preço muito elevado. Está sendo bastante reivindicado as melhorias e também um sistema de passe livre para estudantes – um projeto de inclusão principalmente para jovens carentes- no qual estudantes terão uma maior qualidade nos estudos, que geralmente encontram-se em lugares mais distantes, como nos grandes centros.
A saúde pública é outro tópico de grande expressiva nas manifestações, pois, agride a população carente em massa, muitas vezes colocando suas vidas em risco por falta de médicos, atendimentos, infraestruturas, remédios e afins. Uma solução vista pelo estado para resolver a questão de médicos, foi contratar médicos de outros países- sem necessidade de algum tipo de revalidação da capacidade de assumir a profissão- buscando sanar a quantidade de pessoas que utilizam os serviços. Porém, isso não resolve o problema, é preciso que o governo invista em médicos próprios do país, melhorando suas condições de trabalho, salários e segurança, assim, conseguindo que os mesmo se habilitem a trabalhar nos sistema público de saúde, o SUS.
Diante disso, é visto que a democracia brasileira precisa (e muito) ser reformada. O transporte é um abuso sem tamanho e a saúde é tão vergonhosa chegando ao nível de países não industrializados e longe do desenvolvimento. O estado precisa investir nos sistemas públicos, visando o crescimento econômico do país, que só será bem sucedido com um país de menor desigualdade social, melhor educação, saúde, segurança e um governo de ORDEM e PROGRESSO.

quarta-feira, 31 de julho de 2013



Eu não deixo ninguém para trás. É que algumas pessoas me perdem um pouco a cada dia e nem percebem.
Caio Fernando Abreu

terça-feira, 30 de julho de 2013

... somos um




A essência do amor surge quando dois, tornam-se um.

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Acreditar, desacreditando



Sabe quando parece que você tem pessoas tão leais, confiáveis e que você sempre pode contar? Não, você não tem. Existem momentos na vida que passamos por ocasiões frustantes, pra não dizer humilhantes, cujo as quais deixam tristes marcas, que são ainda piores quando você sabe que podia ter sido diferente, se aquele pessoa tivesse feito o papel dela. Às vezes, tenho medo de me relacionar com as pessoas. Antigas amizades me sensibilizaram para com novas. Amores passados me fragilizaram para com aqueles que estão por vir. É como se nada se encaixasse. Eu não me encaixo. Eu sou um quebra cabeça com peças defeituosas e temporárias.

sábado, 20 de julho de 2013

Sobre mim ...


Não sei bem o que dizer sobre mim. Não me sinto uma mulher como as outras. Por exemplo, odeio falar sobre crianças, empregadas e liquidações. Tenho vontade de cometer haraquiri quando me convidam para um chá de fraldas e me sinto esquisita à beça usando um lencinho amarrado no pescoço. Mas segui todos os mandamentos de uma boa menina: brinquei de boneca, tive medo do escuro e fiquei nervosa com o primeiro beijo. Quem me vê caminhando na rua, de salto alto e delineador, jura que sou tão feminina quanto as outras: ninguém desconfia do meu anti socialismo interno. Adoro massas cinzentas, detesto cor-de-rosa. Penso como um homem, mas sinto como mulher. Não me considero vítima de nada. Sou autoritária, teimosa, impulsiva e um verdadeiro desastre na cozinha. Peça para eu arrumar uma cama e estrague meu dia. Vida doméstica é para os gatos. Tenho um cérebro masculino, como lhe disse, mas isso não interfere na minha sexualidade, que é bem ortodoxa. Já o coração sempre foi gelatinoso, me deixa com as pernas frouxas diante de qualquer um que me convide para um chope. Faz eu dizer tudo ao contrário do que penso: nessas horas não sei onde vão parar minhas idéias viris. Afino a voz, uso cinta-liga, faço strip-tease. Basta me segurar pela nuca e eu derreto, viro pão com manteiga, sirva-se.

Sou tantas que mal consigo me distinguir. Sou estrategista, batalhadora, porém traída pela comoção. Num piscar de olhos fico terna, delicada. Acho que sou promíscua. São muitas mulheres numa só, e alguns homens também."

Martha Medeiros

quarta-feira, 17 de julho de 2013



Coração orgulhoso, tens pressa de confessar tua derrota
e adiar para outro século a felicidade coletiva.
Aceitas a chuva, a guerra, o desemprego e a injusta distribuição
porque não podes, sozinho, dinamitar a ilha de Manhattan.


Carlos Drummond de Andrade

terça-feira, 16 de julho de 2013

Crise de 2008

Eu não vejo muito cinema, eu não sou muito ligado em filmes. Eu não sei exatamente o motivo. Quanto tempo dura um filme? Uma hora e meia? Duas? Eu acho que não vejo filmes porque duas horas é tempo demais pra ficar sem falar, é tempo demais pra ficar sem importunar alguém, é tempo demais pra ficar sem dar petelecos na orelha da minha companhia. Pra vocês terem uma ideia da minha alienação cinematográfica, o último filme que vi e me marcou de alguma forma foi Forrest Gump, e isso foi em 1994. Ontem, eu lembrei de outro filme em que Tom Hanks atua. Eu estava andando numa galeria, ignorei o aviso de piso molhado e minha bunda magricela quase foi ao chão. Acho que o vigor da juventude permitiu que eu me segurasse e desse só aquela sambadinha ridícula. Na hora, eu lembrei de "O Terminal" . No filme, a diversão do tiozinho da limpeza é assistir a queda das pessoas que ignoram o aviso de piso molhado. As pessoas sempre ignoram o aviso. Mas não é de cinema que vou falar aqui, é de economia. Vou tentar explicar a tal crise didaticamente. Sem o terrível economês, tentando deixar o assunto claro para qualquer pessoa. 
É importante dizer que essa é em grande parte uma crise causada pelo “Bin”. Explico: com os atentados de Bin Laden em 11 de setembro de 2001, os EUA baixaram seus juros de forma acentuada, para estimular o consumo e levantar o moral dos americanos. Os juros, na verdade, determinam o grau de risco que os grandes jogadores do mercado vão correr. Explico de novo: os juros remuneram os títulos da dívida dos EUA que são considerados seguros, quase risco zero. Como a remuneração desses títulos –juros- caíra, os grandes bancos precisavam achar uma saída pra ganhar tanto quanto ganhavam quando a remuneração destes era boa. E qual a saída? Eu disse que queriam estimular o consumo, e estimularam até demais. Com a procura em alta, os preços foram parar nas alturas e qualquer quarto e sala com vista para uma folha de árvore do Central Park passou a custar muito dinheiro. Então os bancos pensaram que seria uma boa emprestar dinheiro para as pessoas e pegar os imóveis delas como garantia, já que o preço dos imóveis não parava de subir – a famosa “bolha”-; achavam que era interessante emprestar até para quem não tivesse um histórico de bom pagador –os chamados “subprime”.
Tudo começou com os juros baixos e tudo terminou com a alta dos juros, que foi necessária para conter a inflação. A bolha dos imóveis estourou e o preço deles passou a cair. Até o tomador de empréstimo pensar: espera aí, eu devo 200 mil dólares, a garantia é meu imóvel que custava 300 mil. Agora ele custa 100 mil. Não seria melhor eu entregar a garantia? O tomador não pagou e desencadeou todo efeito dominó. Essa crise era anunciada. Lembro que ouvi dizer desse problema da bolha imobiliária em 2006. Todos sabiam que a bolha estouraria e que os excessos seriam enxugados, só não sabiam quando. O ex-presidente do Banco Central americano, Allan Greenspan e o atual Ben Bernanke preferiram ignorar os sinais que indicavam piso molhado, e os EUA caíram com a bunda no chão. O tiozinho do filme deve estar achando graça.

ANDRÉ L.R. MARIOSA, Outubro de 2008.

Medo


Provisoriamente não cantaremos o amor,
que se refugiou mais abaixo dos subterrâneos.
Cantaremos o medo, que esteriliza os abraços, 
não cantaremos o ódio porque esse não existe,
existe apenas o medo, nosso pai e nosso companheiro,
o medo grande dos sertões, dos mares, dos desertos,
o medo dos soldados, o medo das mães, o medo das igrejas,
cantaremos o medo dos ditadores, o medo dos democratas,
cantaremos o medo da morte e o medo depois da morte,
depois morreremos de medo
e sobre nossos túmulos nascerão flores amarelas e medrosas.



Carlos Drummond de Andrade.

Mundo grande


Não, meu coração não é maior que o mundo.
É muito menor.
Nele não cabem nem as minhas dores.
Por isso gosto tanto de me contar.
Por isso me dispo,
por isso me grito,
por isso frequento os jornais, me exponho cruamente nas livrarias: preciso de todos.

Carlos Drummond de Andrade.

quinta-feira, 11 de julho de 2013

AS INCREDULIDADES DO AMOR


Tenho 30 anos, francesa, solteira, escritora, fumante e nas horas vagas alcoólatra. Gosto de escrever sobre temas políticos, como guerras, acho que essa “química” com acontecimentos ruins, tem alguma coisa relacionada com minhas desilusões amorosas. Não que eu nunca tenha amado, aliás, amei até demais. Porém, agora sou mais suscetível.
O amor é algo instável e relativo. Às vezes você ama demais e nada pode abalar esse amor, mas ai o “amor” acaba e você começa a se relacionar com outra pessoa e o ciclo se inicia novamente. Alguns dizem que ainda existe amor eterno. Talvez esse fique apenas nos papéis, nos romances, nas novelas e nas palavras vagas e vazias de pessoas pérfidas e frívolas.
Estava lembrando-me de alguns relacionamentos passados. Bem, era tanto amor, quantos telefonemas, quantos "sonhei com você essa noite", "estou pensando em você", quantas mensagens de "bom dia" e "boa noite", quantos elogios, quantos "ficaremos juntos pra sempre" e quantas ilusões. E num piscar de olhos, o que era indestrutível acaba e minha presença se torna desinteressante. Como se o amor fosse um objeto descartável e instantâneo, que você usa e quando não te interessa mais, você troca.
Às vezes sinto um vazio aqui dentro. Queria que o amor fosse como nos livros de romance que mesmo com os problemas e frustrações, sempre termina em um final feliz. Esses romances são uma forma do autor mostrar como realmente deveria ser o amor. Bonito, com essência e eterno.
Mesmo com todas essas lembranças antigas, é bom amar, se sentir amado e ter alguém do seu lado, mesmo que não haja mais a possibilidade de ser pra sempre. Ninguém é feliz sozinho. Aqueles que dizem ser, propiciam-se por despeitos de desamores ocorridos. Pois quem nunca amou, viverá sempre nos desespero da solidão, angústia e da incredulidade.


Anita Russeau.


T. Ramos

terça-feira, 2 de julho de 2013

Limitações




Já faz alguns meses desde que escolhi esse caminho. Difícil e cheio de limitações, com as quais abri mão de muito, de tudo. Os dias passam mais gélidos, mais tensos, mais frustante, é como se tudo caminhasse para o certo, porém, fosse dar errado. Dizem que as escolha que fazemos nos trazem as devidas consequências e que o mundo tenta nos fazer desistir todos os dias. Mas Ele vem e te faz mais forte, segura tua mão, te guia e diz num sussurro florescedor " Você só não conseguirá, se não tentar". E é como se essas palavras fossem a luz apagada que ilumina meus passos e me guiam para a vitória.


T. Ramos

domingo, 14 de abril de 2013

"Boas influências"













Outro dia ouvi um pai dizer, radiante: — "Eu vi pílulas anticoncepcionais na bolsa da minha filha de doze anos!". Estava satisfeito, com o olho rútilo. Veja você que paspalhão!

Nelson Rodrigues.

domingo, 20 de janeiro de 2013

ADEUS VIDA PIEGAS



Talvez seja minha falta de sentimentalismo ou minha necessidade de amores pervertidos sem aquele sentimento enfadonho que me entedia. Sinceramente, de romântico só me atrai mesmo minha linda PARIS “MON AMOUR”. Gosto do que faz mal, porém, que me deixa feliz. Gosto de me alcoolizar ao ponto de querer a todos. De fumar meu cigarro e esquecer o quão ruim foi meu dia. De comer horrores e esquecer os Kg que ganhei. Gosto de homens (mas de verdade, cansei de moleques e bichas). Gosto de carinho, mas não toda hora, gosto de ter meu espaço. Gosto de telefonemas e de ouvir palavras bonitas, mas, por favor, sem exagero (Exagerado, só Cazuza). Gosto de sair com meus amigos, mas sem ter que pedir permissão (não me lembro de estar me relacionando com meus pais u.u). Gosto de ler, pra viajar em um mundo alucinante. Gosto de filme dramático. Gosto de passar o dia todo comendo muitas besteiras. Gosto muito de hot dog e pastel. Gosto de ouvir musica alto. Gosto de tattoo e piercing. Faço o que quero. Uma ideia talvez egocêntrica, porém, sou consideravelmente um pouco altruísta.
Enfim, estou cansada de amores chatos. Quero alguém pra cuidar de mim, ser parceiro, pra ajudar nos estudos (de preferencia em matemática e física), sair pra relaxar, comer porcarias e pra fazer sexo, claro rs.